Vou quebrar um pouco a regra do blog e, em vez de publicar agora o que aconteceu em Puerto Iguazu, vou contar da viagem que fiz hoje para o Guarujá.
Na mala, nada de biquíni, canga ou bronzeador. O que tinha era papel, caneta e, claro, máquina fotográfica. Não cheguei nem a ver a praia. Então, o que fui fazer no Guarujá?
Eu fui participar de uma ação voluntária, fruto de uma parceria do Instituto Consulado da Mulher com o Habitat for Humanity. Fomos, vários colaboradores da Whirlpool, ajudar a construir casas para 32 famílias que, hoje, moram em situação de extrema pobreza na região.
Enche os olhos de lágrima e o coração de alegria a emoção de saber que tem um dedo seu no monte de felicidade que você leva para alguém. Fomos recebidos por uma das moradoras, que nos contou, com os olhos cheios de lágrima, o que significa toda essa mudança na vida delas.![]()
Tinha gente de todo tipo, gente de todos os cargos, gente desempregada, gente pobre, gente rica. Mas não dava pra sentir diferença. Só igualdade. O mais gostoso era caminhar em meio à bagunça de uma obra e ver que vários viraram um.
A gente ralou muito, se sujou muito, suou muito. E viveu muito. Foram poucas horas, mas várias histórias. Várias memórias. E várias pessoas felizes.
E eu garanto que conheci um lado do Guarujá que não é turístico, mas que vou levar pra sempre no coração.
